ATMOS: ECONOMIZE, CONTROLE E PLANEJE O SEU GASTO COM ENERGIA

É comum no meio empresarial ver nomes de peso em busca de informações privilegiadas para sair à frente em seus negócios. Faz parte do jogo. É um meio em que todos sabem o valor de uma boa informação. Assim, quem não se informa, se conforma.

Essa máxima é especialmente validada em contextos em que não se tem opções viáveis a escolher, como no caso do setor energético. O cliente insatisfeito com o serviço prestado migra para soluções alternativas se puder arcar com as despesas de instalação, por exemplo, que normalmente não estão ao alcance do consumidor comum, que se vê obrigado a se conformar com o que está disponível para ele.

Nesse contexto, surge a Atmos, uma empresa que visa garantir informações mais claras a respeito da energia disponibilizada, de modo que elas ajudem, em curto espaço de tempo, na tomada de decisões.
“Com que tipo de informação eu consigo atuar, de um dia para o outro, ou no mesmo dia, para conseguir reduzir meu consumo de energia? Então, hoje, a nossa plataforma mostra dados em tempo real [...], provê informações para tomada de decisão, coisa que uma conta de energia não faz, e só te mostra informação mês a mês, então você não consegue tomar decisões.”
Luiz Guerra e seus sócios trabalham incansavelmente para tornar viável o uso consciente de energia por meio de informações relevantes, uma vez que, nas palavras dele, as empresas de energia não têm clientes; têm pagadores de conta.

VOANDO ALTO

Antes de entrar na jornada de empreendimentos, Luiz foi cadete aviador da Academia da Força Aérea Brasileira. Muito dedicado, ele sempre deu o seu melhor no que fazia.

Na faculdade de engenharia elétrica, na Universidade de Brasília (UnB), envolveu-se no Movimento Empresa Júnior. A participação, nesse período, no Projeto Litros de Luz foi importante para o delineamento do caminho que trilharia mais tarde.

Entre a faculdade e a consolidação da Atmos, ele voou em outros céus, como os de Viena, para ser delegado no Vienna Energy Forum, além dos céus de Nova Iorque, na Assembleia da Juventude da ONU.

Em meados de 2018, ainda na faculdade, aterrissou na Atmos, como CEO, para oferecer uma alternativa aos seus clientes, que deixam de ser meros pagadores de conta para se tornarem pessoas que fazem uso consciente de energia, com base nas informações fornecidas pela Atmos, reduzindo custos na cobrança final.

Quem tem amigos, tem tudo

Quase toda startup conta com um início difícil, em que é necessário convencer alguém próximo de que a ideia vale a pena e é viável. Nessa hora, entram em cena amigos e familiares, informalmente os primeiros investidores-anjo.

Quinhentos reais foi o valor do primeiro investimento conseguido por Guerra para desenvolver seu primeiro protótipo, que era uma primeira plaquinha para medir energia.

Vários foram os desafios nesse período, por conta da falta de laboratórios, de equipamentos novos, além do conhecimento ainda restrito, pois estava na metade do curso de Engenharia Elétrica.        

Somente em 2018 conseguiu começar a dar forma à empresa, quando conseguiu passar por uma incubação no Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT) da UnB.      

O apoio de amigos e familiares, juntamente com a incubadora, foram essenciais para conseguir tirar a ideia do papel. A escolha dos sócios foi outro ponto importante para fazer a Atmos acontecer.

A virada de chave

Enquanto não formalizasse sua primeira venda, Luiz sabia que a Atmos seria apenas uma ideia. Assim, em 2019, fechou seu primeiro negócio com o Hotel Mercury, momento em que começou a entrar dinheiro na empresa, pois o cliente pagou pela implementação.

Até esse momento da venda, contava com dinheiro emprestado pela família. Passadas as primeiras dificuldades, a empresa deslanchou. Daí em diante, era planejar e concretizar os passos seguintes.        

Tirar o CNPJ, buscar aceleração para alcançar mais clientes, receber investimento e montar um bom time foram as etapas seguintes.

“O primeiro protótipo, a gente pegou R$500,00 emprestado para fazer a primeira plaquinha que media a energia. [...] Então, em 2017, pegar R$500,00 emprestado para fazer uma plaquinha e, quatro anos depois, pegar R$500 mil para desenvolver uma empresa, contratar gente, foi relevante.”        

O desenvolvimento bem-sucedido da empresa rendeu algumas manchetes em jornais. Agora, é alçar voos maiores, em busca de product market fit.


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